Nos idos anos de 1978, vivenciei os primeiros contactos com processos de cura através de “Dona Filhinha” na farmácia Philippe de Lyon, em Pinheiros, São Paulo, uma mulher de dons sensitivos excecionais, que olhando apenas para um papel onde está o nome e a idade do paciente, era capaz de identificar a doença e compor receitas complexas, com misturas de ervas.Foi com ela que curei os meus sintomas de pânico e ansiedade, quando me senti perdido neste Universo imenso, sem saber para onde me deveria virar…
Posteriormente ainda tive contatos com centros espíritas e comecei a desenvolver aquilo a que chamo de processo intuitivo e crescimento espiritual.
No colégio, tive ainda um professor de Inglês, que nas horas vagas nos falava de acupuntura, massagem e auto tratamento… aqui iniciou-se o processo de conhecimento de meridianos, canais, centros energéticos e o tal do KI… além de limpezas orgânicas, muito profundas, através da acupuntura.
E como as oportunidades na vida não param, fui trabalhar para o primeiro restaurante vegetariano em São Paulo, 1982, onde conheci uma multidão de pessoas, cada uma com um ensinamento a transmitir… passei por regimes macrobióticos, vegetarianos… enfim era um experienciar de oportunidade únicas, que nunca neguei.
Curiosamente foi aqui que tive acesso ao primeiro livro de cura “Palm Healing, A arte de curar pelas mãos” do mestre taoista Michio Kushi, que me despertou todos os sentidos.
Passaram alguns anos onde o estudo e a leitura foram os meus companheiros desta viagem.
Em 1999 conheci o Monte Mariposa onde o Reiki me despertou definitivamente, além de uma vivência intensa de retiros e outras atividades de desenvolvimento interior, e mais uma vez muito estudo, muita leitura… com a frequência posterior de seminários, retiros e outros cursos e aulas, donde destaco a Meditação, o Yôga, os Ritos Tibetanos, o Chi Kung, a Massagem de Som…
Com a aquisição de uma quinta, no Sardoal, iniciei no ano de 2000 a criação do Projeto Mãe Terra que incluía um leque variado de atividades, centradas nas áreas de desenvolvimento humano, terapias e exercícios energéticos e agricultura natural, que de entre as várias atividades, destaco:
• Agricultura natural, Produção de ervas aromáticas, confeção e comercialização de produtos transformados como compotas, chás aromáticos /medicinais, conservas, sabonetes artesanais e azeites aromatizados.
• Formação em massagens energéticas e de som, terapias de relaxamento e bem-estar interior.
• Terapias de Reiki, Meditação e Massagem Vibracional (taças tibetanas).
• Palestras e formação (UTIA - Universidade da Terceira idade de Abrantes) sob o tema de relaxamento e bem-estar interior.
• Aulas de Yoga Tibetano.
• Acampamentos e Atividades de férias para crianças.
• Organização de retiros e encontros temáticos.
Movimento tOṁa KI
Agora, em 2026, aproveitando o tempo que o estado social de reformado me permite usufruir, resolvi implementar uma nova dinâmica na atividade terapêutica, criando o movimento tOṁa KI, que pretende aliar todo o aprendizado e prática obtida ao longo destes anos para a criação de uma terapia que pretende o foco nas diversas forma de utilização do KI, seja através de exercícios de massagem vibracional energética, de exercícios de postura ou respiração, de práticas meditativas, de exercícios físicos, mentais e espirituais, promovendo dessa foram a harmonização dos sistemas energéticos, aumentando o fluxo e a qualidade da energia vital (KI), promovendo a vitalidade física e mental de que cada um necessita.
O tOṁa KI, uma terapia energética vibracional não substitui a medicina convencional e vice-versa, cada uma atua em campos diferentes de um mesmo ser humano. Ambas coexistem e se complementam, com o intuito de melhorar as condições de vida do ser humano, no Universo.
É um processo de cura energética, sendo que o praticante é apenas um canal pelo qual a energia vital, flui na intensidade e na qualidade determinada por quem a quer ou necessita receber.
As terapias holísticas e integrativas complementam e não substituem o acompanhamento médico.
Todos, independentemente da idade ou condição física, podem usufruir do tOṁa KI, com vantagem e sem contraindicações, uma vez que todos os exercícios são suaves, promovendo o bem-estar físico, emocional e espiritual, além do prazer a quem os pratica.
Projecto "Movimento tOMaKI"
A realização de um sonho... Pela dignificação da vida!
segunda-feira, 19 de outubro de 2026
quarta-feira, 18 de novembro de 2020
#JuntosPelasFlorestas
As florestas precisam da tua ajuda!
As florestas são essenciais à nossa sobrevivência. Não só nos dão o ar que respiramos e purificam a água que bebemos, como são também a casa de milhões de plantas, animais e comunidades indígenas. Além disso, florestas saudáveis protegem-nos de doenças e absorvem as emissões de carbono da atmosfera.
Temos agora uma oportunidade única de travar a desflorestação. Uma nova lei europeia sobre os produtos ligados à desflorestação está agora ao nosso alcance, e a Comissão Europeia abriu uma consulta pública para podermos dar a nossa opinião.
Mostra o teu apoio: preenche o formulário
https://www.spea.pt/campanhas/together4forests/
sábado, 14 de novembro de 2020
terça-feira, 22 de abril de 2014
Pranayama 24 horas
A palavra pranayama é derivada de dois termos em sânscrito: prana, que significa energia vital e ayama, que significa controlo e expansão. A intenção dessa prática é respirar de forma consciente. O volume desse prana, que circula dentro do nosso corpo, determina nosso nível de vitalidade.
A melhor forma de praticar os exercícios respiratórios do Yoga é se concentrar totalmente na prática, sentado de maneira apropriada, mas existem formas de trazer a prática para sua vida diária se você achar que não tem tempo suficiente para se dedicar a uma prática de meditação e pranayama.
Os exercícios respiratórios podem ser praticados em diferentes horas do dia e trazem mais luz e energia para sua vida. Os três exercícios a seguir podem ser feitos quando acordar, ainda na cama, deitado (sem travesseiro) com barriga para cima e joelhos flexionados, pés apoiados na cama afastados na distância do quadril (swara shavasana). Veja a descrição de cada um e como executá-los.
1. Adhama – Respiração abdominal
A melhor forma de praticar os exercícios respiratórios do Yoga é se concentrar totalmente na prática, sentado de maneira apropriada, mas existem formas de trazer a prática para sua vida diária se você achar que não tem tempo suficiente para se dedicar a uma prática de meditação e pranayama.
Os exercícios respiratórios podem ser praticados em diferentes horas do dia e trazem mais luz e energia para sua vida. Os três exercícios a seguir podem ser feitos quando acordar, ainda na cama, deitado (sem travesseiro) com barriga para cima e joelhos flexionados, pés apoiados na cama afastados na distância do quadril (swara shavasana). Veja a descrição de cada um e como executá-los.
1. Adhama – Respiração abdominal
Deite-se na postura acima descrita, relaxe os ombros e traga as palmas das mãos no abdome, descansando os cotovelos na cama. Inspire pelas narinas, relaxando os músculos do abdome e expandindo-o em direcção a caixa torácica. Expire pelas narinas, contraindo o abdome e levando o umbigo em direcção a coluna. Concentre toda sua atenção na área abdominal, massageando seus órgãos internos com o movimento. Encontre o mesmo ritmo para a inspiração e expiração e relaxe sua mente nesse ritmo. Repita pelo menos 12 ciclos dessa respiração.

2. Madhyama – Respiração no diafragma

2. Madhyama – Respiração no diafragma
Na mesma posição, leve suas mãos para a caixa torácica de modo que as pontas de seus dedos se toquem e mantendo os cotovelos para baixo. Mantenha o peito aberto e os ombros para baixo. Enquanto inspira, expanda sua caixa torácica para fora e para cima, preenchendo o diafragma com ar. Note que as pontas dos dedos se afastam. Em sua expiração, contraia o diafragma, movendo a caixa torácica para dentro e as pontas dos dedos se juntam novamente.
Novamente a inspiração e a expiração devem ter a mesma duração.
Novamente a inspiração e a expiração devem ter a mesma duração.
Essa respiração ajuda a digestão e estimula o plexo solar. Repita por pelo menos 12 ciclos.
3. Uttama – Respiração torácica
Deitado na mesma posição com as mãos próximas ao quadril, inspire e expanda o tórax para cima em direcção ao tecto e as laterais do peito para fora. Expire enquanto contrai os pulmões e move toda a parte superior do tronco em direcção ao esterno, concentrando-se nesse ponto. Esse exercício pode ser feito com um bloco bem atrás do centro do coração (no espaço entre as escápulas) e outro bloco dando suporte à parte de trás da cabeça. Inspirações profundas e suaves com expirações de mesma duração; repita por pelo menos oito ciclos.
Você pode fazer os exercícios acima sucessivamente, fazendo uma pequena pausa rítmica (dois matras) entre cada fase da inspiração e então expire fazendo uma pequena pausa rítmica (dois matras) entre cada fase da expiração. Dessa forma:
Inspire no abdómen – pause por dois matras
Inspire em seu diafragma – pause por dois matras
Inspire em seu peito – pause por dois matras
Expire em seu peito – pause por dois matras
Expire em seu diafragma – pause por dois matras
Expire em seu abdómen – pause por dois matras
Você, deve fazer pelo menos três ciclos deste pranayama.
Use o pranayama como ferramenta de sua prática de introspecção e autoconhecimento, para entrar em contacto com seu Espaço Interno Sagrado, criando a abertura para conectar-se com a Fonte de Nutrição Universal.
Texto de Nubia Teixeira, que começou a praticar Yoga aos 16 anos, passou os últimos 20 anos dedicando-se às artes de cura, Bhakti Yoga (Yoga Devocional) e à dança clássica indiana conhecida como Odissi. Hoje mora na Califórnia com o seu marido Jai Uttal e o seu filho Ezra Gopal, e viaja pelo mundo compartilhando o Yoga em suas aulas de Heart Flow Yoga. http://www.bhaktinova.com/
3. Uttama – Respiração torácica
Deitado na mesma posição com as mãos próximas ao quadril, inspire e expanda o tórax para cima em direcção ao tecto e as laterais do peito para fora. Expire enquanto contrai os pulmões e move toda a parte superior do tronco em direcção ao esterno, concentrando-se nesse ponto. Esse exercício pode ser feito com um bloco bem atrás do centro do coração (no espaço entre as escápulas) e outro bloco dando suporte à parte de trás da cabeça. Inspirações profundas e suaves com expirações de mesma duração; repita por pelo menos oito ciclos.
Você pode fazer os exercícios acima sucessivamente, fazendo uma pequena pausa rítmica (dois matras) entre cada fase da inspiração e então expire fazendo uma pequena pausa rítmica (dois matras) entre cada fase da expiração. Dessa forma:
Inspire no abdómen – pause por dois matras
Inspire em seu diafragma – pause por dois matras
Inspire em seu peito – pause por dois matras
Expire em seu peito – pause por dois matras
Expire em seu diafragma – pause por dois matras
Expire em seu abdómen – pause por dois matras
Você, deve fazer pelo menos três ciclos deste pranayama.
Use o pranayama como ferramenta de sua prática de introspecção e autoconhecimento, para entrar em contacto com seu Espaço Interno Sagrado, criando a abertura para conectar-se com a Fonte de Nutrição Universal.
Texto de Nubia Teixeira, que começou a praticar Yoga aos 16 anos, passou os últimos 20 anos dedicando-se às artes de cura, Bhakti Yoga (Yoga Devocional) e à dança clássica indiana conhecida como Odissi. Hoje mora na Califórnia com o seu marido Jai Uttal e o seu filho Ezra Gopal, e viaja pelo mundo compartilhando o Yoga em suas aulas de Heart Flow Yoga. http://www.bhaktinova.com/
quarta-feira, 16 de abril de 2014
The Habits of Happiness
Sometimes called the "happiest man in the world," Matthieu Ricard is a Buddhist monk, author and photographer.
Why you should listen
After training in biochemistry at the Institute Pasteur, Matthieu Ricard left science behind to move to the Himalayas and become a Buddhist monk -- and to pursue happiness, both at a basic human level and as a subject of inquiry. Achieving happiness, he has come to believe, requires the same kind of effort and mind training that any other serious pursuit involves.
His deep and scientifically tinged reflections on happiness and Buddhism have turned into several books, including The Quantum and the Lotus: A Journey to the Frontiers Where Science and Buddhism Meet. At the same time, he also makes sensitive and jaw-droppingly gorgeous photographs of his beloved Tibet and the spiritual hermitage where he lives and works on humanitarian projects.
His latest book on happiness is Happiness: A Guide to Developing Life's Most Important Skill; his latest book of photographs is Tibet: An Inner Journey.
terça-feira, 15 de abril de 2014
A vida... distrações, bençãos, gratidão... o alimento...
A sua
vida anda no modo automático?
O mundo de hoje é
repleto de distracções, de artifícios e de armadilhas que nos tiram da
realidade. Cada um de nós molda um ego virtual de maneira a embelezar o seu
passado, deixá-lo cheio de cores e sorrisos, sem rugas e lágrimas.
Gastamos mais tempo
preocupados em ter um contacto frio com pessoas distantes, do que olhando nos
olhos um do outro.
Passamos grande parte
do nosso dia criando planos e nutrindo expectativas - a sexta-feira que não
chega, a promoção no emprego que só fica na promessa, o dinheiro que precisamos
juntar pra comprar não se sabe o quê - ansiando por um futuro que nunca chega.
Enquanto tudo isso nos
distrai, a
nossa vida segue no presente, no aqui e agora. A realidade -
enquanto os nossos ouvidos estão tapados por um headphone e os olhos presos em
uma tela – forma-se à nossa volta, e tenta contagiar-nos. Mas os nossos
sentidos andam anestesiados por estímulos irreais, que nos tiram do nosso
tempo.
Abandone
a Zona de Conforto!
Pra sair desse círculo
vicioso, nada melhor que um movimento brusco; um chacoalhão no corpo pra fazer
a energia circular, deixando os sentidos alertas, trazendo a realidade para a
nossa percepção, nos colocando em contato com a natureza, com outros olhos, com
outras almas.
É essa a proposta dos
Workshops do projecto mãe terra: romper com os velhos padrões de comportamento
que foram incorporados sem consciência, e que afectam negativamente a sua vida,
derrubar paradigmas e preconceitos, tirar a pessoa da sua zona de conforto.
São vivências
meditativas que integram a pessoa à natureza, que resgatam o sentimento de
compaixão e empatia que existe em todo ser humano, melhorando o humor, a
autoconfiança e o estado de espírito de cada participante.
A abundância natural da Vida!
A abundância natural da Vida!
Em todo o processo
da sua vida foram-lhe dadas inúmeras coisas de graça, sem nunca ter a
necessidade de as ter pedido. O problema, é que normalmente nunca se sabe pedir
da forma adequada, e não se está atento aquilo que se recebe. A experiência da
gratidão permitir-lhe-á participar da abundância e da realização no processo da
Vida de uma nova maneira, partilhando as suas muitas bênçãos.
A natureza apoia toda a necessidade e desejo, inclusive sua necessidade de
alegria, amor, risos, harmonia e conhecimento. Procure obter, primeiro, essas
coisas - não só para si, como para os outros - e todo o resto crescerá à sua
volta espontaneamente.
Amor
o alimento da alma!
Tudo o que está doente no
ser humano, está assim por falta de amor. Tudo o que está errado com o homem, está de
algum modo associado ao amor.
Quando o homem não está a ser capaz de amar ou
não está a ser capaz de receber amor, esse facto cria todo tipo de bloqueios,
inseguranças e complexos dentro dele.
Na incapacidade de amar e ser amado, o homem
torna-se cheio de feridas e doenças, que se manifestam de muitas maneiras. Podem
ser doenças físicas, problemas mentais, abalos emocionais, vazio espiritual que
se transforma em necessidade de preenchimento. Na ausência do amor, o ser
maltrata-se, vicia-se, degenera-se, humilha-se, sente-se indigno.
Na realidade, tudo isso acontece pela ausência
de amor. Assim como a comida é necessária para o corpo, o amor é necessário
para a alma. Na realidade, sem amor a alma não nasce, não sobrevive e sofre
terrivelmente com a sua solidão.Ao amar e ao se abrir para o amor, a pessoa descobre que é mais do que o corpo, mais do que a mente. O Amor dá-nos a dimensão da alma e de todas as suas conexões que fazem com que o nosso coração pulse de alegria. É preciso descobrir o verdadeiro potencial da sua alma, algo que ninguém lhe pode revelar.
Cada um só o pode descobrir por si mesmo, ao percorrer o seu caminho interior, voltando-se para dentro, para a sua casa interior.
“Ame-se. Esse deveria ser o mandamento fundamental. Ame-se. Tudo o mais se
seguirá, mas esse é o alicerce.”
Osho
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